ACTOS E ACTAS
  • Perspectivas sobre as nações

    . Actos e Actas

    A igreja foi retirada ou retirou-se do campo político ao nível da sua hierarquia. Para lá manda agora os leigos, os seus leigos. Parece que é irreversível aquela retirada. Se são claras as razões desta missão, o mesmo não se pode dizer dos meios, pois que os leigos quando ali chegam fazem o que faria […]

  • As melhores relações

    . Actos e Actas

    O emprego e o uso das noções de natureza e de pessoa em relação ao mistério de Deus, revelado em Jesus Cristo, é analógico: uma analogia. Se lhes dermos, quando falamos da Santíssima Trindade, o sentido que aquelas palavras têm no uso e na linguagem corrente, expomo-nos a graves erros e a autênticas heresias. Infelizmente […]

  • Eu existo e Deus encontrou-me

    . Actos e Actas

    “Nunca nenhum homem viu Deus” [João 1, 18]. Deus, o verdadeiro, único e vivo, é conhecido como desconhecido, razão por que toda a representação material ou mental é idolátrica, falsa e enganosa. Em Atenas, no areópago, ao procurar uma plataforma grega para evangelizar, Paulo dirigiu-se ao altar dedicado ao ‘deus desconhecido’ [Atos 17, 22-23]. “Deus […]

  • Provados sempre. Nem sempre aprovados

    . Actos e Actas

    As gralhas tipográficas fazem-nos dizer o que não dissemos, mas podem ser ocasião dum maior e melhor esclarecimento. No n.º 68 escrevi: “Aos palcos iremos na hora do testemunho, para que a Verdade seja provada”. A gralha disse: “aprovada”. A Verdade precisa de ser provada. Isso lhe basta. Para ser quem é não precisa do […]

  • Propriedade não é privilégio — privado sim

    . Actos e Actas

    Mais importante do que respostas ou interpelações nos palcos das publicitações ideológicas e do que os apelos lançados à indiferença geral será uma inteligência da fé que se recolhe para pensar a realidade que se olha e capaz de agir nos campos abertos às culturas da esperança. De resto, não vale a pena. Não que […]

  • Edith Stein foi declarada feliz!

    . Actos e Actas

    Há palavras que se estragam, palavras que nós estragámos. Palavras estragadas pelas coisas que se estragaram. Assim fizemos com a ‘caridade’, o amor excelente, que hoje ninguém quer e que todo o mundo detesta. Em língua portuguesa não é bonita a palavra ‘beato’ ou ‘beata’. Os tartufos deram cabo da palavra e da coisa apalavrada. […]

  • É o novo que explica o velho

    . Actos e Actas

    São tristes os modernistas, tão tristes como os integristas. Estes matam sempre a vida com a ‘letra’. Aqueles vendem-na ao desbarato. Nestes caminhos nunca há lugar para o novo, para a surpresa, para o imprevisto, para o inexplicável. Por, ali, não passam os companheiros de Emaús, onde é o Novo que explica o Velho. Quem […]

  • Páscoa

    . Introdução

    Sempre de oito em oito dias, ao ritmo do Oitavo dia, génese da novidade absoluta da Vida que nos surpreendeu naquela Manhã sob o Choque da Ressurreição… Sempre de oito em oito dias, a Assembleia que é o nome da Igreja, da Una e Santa, nos reúne para o Partir-do-Pão em que reconhecemos o Cristo […]

  • Vigília Pascal

    . Introdução

    Não devemos esquecer nada de tudo quanto se passou, inclusive os nossos erros, para uma purificação permanente da Memória. Razão por que na Igreja somos visitadores assíduos dos Livros bíblicos que nos tratam e nos curam amnésias. Mas do Passado nos há de interessar, mais que tudo, quanto pertence ao Futuro, o futuro da Vida, […]

  • 6.ª Feira Maior

    . Introdução

    As cruzes das Religiões e das Ideologias, das Superstições, dos Sortilégios e contos da Magia, ou das contas de somar e multiplicar do Horror Económico, não têm nada, absolutamente nada a ver com a cruz de Cristo que foi uma máquina de matar que tirou a vida ao Príncipe da Vida que a deu até […]